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distúrbios de ansiedade e ataques de pânico, depressão, transtornos obsessivos, fobias, perturbações narcísicas da personalidade, histeria, perturbações borderline, perturbações do comportamento alimentar, doenças psicossomáticas, dificuldades relacionais e / ou sexuais, trauma, solidão, perturbações do sono, sentimentos de culpa e inferioridade, sentimentos de perda e luto, desenvolvimento pessoal, etc.


consultas de psicologia clínica e da saúde, de psicoterapia de apoio e de psicoterapia psicanalítica em regime presencial ou por videochamada.


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Sugestão: acompanhe o blog, com temáticas ligadas à saúde mental, às emoções e aos sobressaltos da vida quotidiana.

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Nada do que é humano me é estranho (Publius Terentius Afer)

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Psicoterapia psicanalítica


Neste tipo de psicoterapia é fundamental o desenvolvimento de uma boa relação terapêutica, pois nela estará assente a qualidade do trabalho que poderemos desenvolver em conjunto.

A relação terapêutica desenvolve-se num ambiente de confidencialidade e confiança.

Menos exigente do que a psicanálise, que obriga a um maior investimento semanal e ao uso do divã, a psicoterapia psicanalítica é uma terapia face a face, com frequência semanal, que também permite o acesso em profundidade da estrutura da personalidade e a sua modificação. 

Para além da sintomatologia ou das circunstâncias do momento, importa a pessoa no seu todo, ao longo do seu percurso, nas suas interacções interpessoais.

Promove-se a autonomia e a procura de identidade do sujeito, ajudando-o a encontrar dentro de si as respostas para os conflitos que comprometem os seus objectivos de vida e as suas relações pessoais.

Tratando-se de uma terapia pela fala, o paciente dispõe-se a discorrer - em associação livre e evitando a censura - sobre tudo o que lhe vier à mente. Esta premissa faz parte do contrato terapêutico. O terapeuta, escutando de modo empático, tem acesso às memórias, ao quotidiano, narrativa de vida, emoções, fantasias, medos, desejos, sentimentos reprimidos e sonhos, tentando identificar, interpretar e revelar padrões de funcionamento psíquico, ajudando o paciente a conhecer os seus mecanismos inconscientes e a tornar-se capaz de lidar com eles. 

Sendo uma psicoterapia que se estende no tempo, é muito abrangente, tornando-se muito profundos os laços que envolvem o terapeuta e o paciente.

Através da constância da sua presença, da sua ausência de julgamento, pela escuta, compreensão e transformação das emoções e vivências mais dolorosas, o terapeuta ajuda o paciente a evoluir, ganhando um novo olhar sobre a sua história de vida.

A psicoterapia psicanalítica é adequada a praticamente todo o tipo de perturbações. Sofrendo ou não de qualquer tipo de patologia, a psicoterapia psicanalítica é adequada a pessoas que queiram aprofundar o conhecimento sobre si mesmas e sobre a sua relação com os outros e com o mundo.

São necessárias motivação e capacidade de investimento na jornada psicoterapêutica a empreender. Também é fundamental ter capacidade de reflexão sobre si próprio e para estabelecer uma relação inevitavelmente intensa com o psicoterapeuta, aceitando contudo as regras do setting que são definidas no início da terapia.

Este tipo de terapia pode ser adequado em distúrbios de ansiedade e ataques de pânico, depressão, transtornos obsessivos, fobias, perturbações narcísicas da personalidade, histeria, perturbações borderline, perturbações do comportamento alimentar, doenças psicossomáticas, dificuldades relacionais e / ou sexuais, trauma, solidão, perturbações do sono, sentimentos de culpa e inferioridade, sentimentos de perda e luto, desenvolvimento pessoal, etc.

As sessões têm a duração de 55 minutos.

A própria relação terapêutica é potencialmente transformadora.

O terapeuta clarifica, analisa e interpreta, confrontando quando necessário o paciente e, com menor frequência faz sugestões, orientação, aconselhamento, e pode recorrer ao self-disclosure.

O terapeuta desempenha um papel importante na hetero-regulação das emoções e da auto-estima, sobretudo com pacientes que tiveram falhas a esse nível na infância.

Tem também a seu cargo a construção de um ambiente contentor da angústia do paciente, onde lhe seja suportável existir.

O terapeuta mantém-se atento não só ao que lhe é dito, mas também à linguagem não verbal que ocorre ao longo de cada sessão

Tenta colocar-se no lugar do Outro e perceber a sua experiência, tentando também perceber o que o Outro lhe faz sentir.

Promove a autonomia individual e trabalha com o paciente para que este se aproxime o mais possível da sua verdade. Toma a seu cargo o cuidado com o paciente e a responsabilidade pela manutenção da relação terapêutica.

A investigação no campo das Neurociências e o conhecimento actual das Emoções vieram dar uma nova credibilidade científica à Psicoterapia Psicanalítica, mostrando que esta é uma terapia bastante eficaz e duradoura, em que o desenvolvimento e o bem-estar alcançados se prolongam no tempo.

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Alexandra Silvestre Coimbra


Tem um Mestrado Integrado em Psicologia, com especialização em Psicologia Clínica, do Ispa - Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida

É membro efectivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses (Cédula 019386), Especialista reconhecida pela OPP em Psicologia Clínica e da Saúde e exerce Clínica Privada de adolescentes e adultos. 

É membro da AP - Associação Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalitica, encontrando-se actualmente a finalizar a sua formação teórica de quatro anos em Psicoterapia Psicanalítica.

Faz um processo pessoal de psicoterapia psicanalítica e de supervisão clínica regular desde há vários anos. 

É membro da Sociedade Portuguesa de Psicossomática, sendo actualmente membro da Direção, do Conselho Editorial da Revista Portuguesa de Psicossomática e do Núcleo de Investigação em Narrativas.

É membro da IARPP - International Association for Relational Psychoanalysis and Psychotherapy, considerando que a perspectiva relacional em psicoterapia psicanalítica coloca o ênfase na relação entre o terapeuta e o paciente, sendo verdadeiramente uma interação entre dois sujeitos.

É membro da International Sándor Ferenczi Network, prestando tributo ao trabalho clínico inovador deste contemporâneo de Freud, ao qual se deve tanto na terapia psicanalítica contemporânea.

Por ter trabalhado vários anos no SNS, pela formação académica anterior (em Saúde), por ter feito estágio curricular num Serviço de Cirurgia Cardiotorácica e pelos anos de formação contínua em Psicossomática, encontra-se habilitada a lidar com pacientes com doença física, aguda ou crónica. Neste contexto, fez também um curso de Medicina Narrativa, que procura facilitar a comunicação e habilitar competências de escuta e compreensão a quem lida com esta população.

O seu trabalho tem sido particularmente dirigido à população LGBTQI+, proporcionando um espaço seguro e confiável para o desenvolvimento da identidade de género e sexual e ajudar na gestão de conflitos e/ou bullying dentro e fora da família (escola, trabalho, grupos de pares, etc). Para desenvolver competências nesta área, frequentou os cursos da ILGA Portugal e o curso 1o Curso de Introdução aos Estudos LGBT do ISPA

Foi sócia fundadora da IA-Identidades e Afectos, cujos princípios estatutários eram fundados na não patologização das identidades e sexualidades não cisgénero e não heteronormativas; foi membro da Direcção no primeiro triénio e demitiu-se posteriormente por discordância crescente com os princípios teóricos que a associação vinha a adoptar.

Tem também grande experiência com jovens adultos, com problemas de autonomia face à família de origem e/ou dúvidas relativas ao percurso escolar e profissional.

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